
O Hospital Regional de Campo Maior, administrado pelo Grupo Chavantes, registrou 33.415 atendimentos no Pronto-Socorro entre janeiro e junho de 2025, uma média superior a 180 atendimentos por dia. Referência na região, a unidade adota o sistema de classificação de risco para organizar o fluxo de pacientes conforme a gravidade do quadro clínico, priorizando os casos mais urgentes.
TRIAGEM
A triagem é feita com base no Protocolo de Manchester, que utiliza pulseiras coloridas para indicar a prioridade do atendimento, conforme o estado de saúde do paciente e o tempo recomendado para início da assistência:
Vermelho (emergência): atendimento imediato. Casos críticos, como parada cardiorrespiratória, perda de consciência ou trauma grave.
Laranja (muito urgente): atendimento em até 10 minutos, como dor intensa, dificuldades respiratórias ou sinais de infarto.
Amarelo (urgente): atendimento em até 60 minutos. Engloba febre persistente, dor moderada ou pressão arterial alterada.
Verde (pouco urgente): atendimento em até 120 minutos. Situações como sintomas gripais, mal-estar leve ou dores musculares.
Azul (não urgente): atendimento em até 240 minutos. Queixas sem risco imediato, que poderiam ser resolvidas em unidades básicas de saúde.
Esse modelo evita que pacientes em estado grave aguardam por atendimento, contribuindo para mais segurança e eficiência no serviço.
QUASE 70% SEM URGÊNCIA
No período, 57,03% dos atendimentos foram classificados como pouco urgentes e 5,87% como não urgentes, somadas, essas duas categorias representaram 62,9% do total. Já os casos urgentes corresponderam a 32,7%, os muito urgentes, 3,67%, e as emergências, que exigem intervenção imediata, 0,72%.
O PÚBLICO
A diversidade do público também chama atenção: 19,5% dos pacientes tinham mais de 60 anos e 18,6% eram menores de 15 anos, indicando um volume expressivo de idosos e crianças entre os que buscaram atendimento.
“A maior parte dos atendimentos prestados no pronto-socorro é de casos leves, como sintomas gripais, dores crônicas e quadros de hipertensão, que poderiam ser resolvidos nas unidades básicas de saúde. Ainda assim, o hospital está estruturado para receber pacientes de diferentes perfis, inclusive em situações de emergência, com agilidade e segurança”, afirma Edson Eduardo Pramparo, diretor do Hospital Regional de Campo Maior.
Sobre o Grupo Chavantes
A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 36 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.
Assessoria de Imprensa da Santa Casa de Chavantes















