
O Hospital Regional de Campo Maior, gerenciado pelo Grupo Chavantes, apresentou o balanço dos atendimentos realizados no Pronto-Socorro, entre janeiro e agosto de 2025, envolvendo não apenas moradores locais, mas também de cidades vizinhas.
NÚMEROS IMPRESSIONANTES
No período, a unidade contabilizou 43.944 registros. É como se quase toda a população do município tivesse passado pelo hospital, já que, segundo o IBGE, a população em 2025 é estimada em 47.119 pessoas, ante os 45.793 habitantes registrados no Censo 2022 – crescimento que também se reflete na maior demanda por serviços de saúde.
MAIS DA METADE SÃO POUCO URGENTES
Ao detalhar a análise pela classificação de risco, observa-se que a maior parte da demanda se concentrou em situações de menor gravidade. Dos atendimentos realizados, 56,63% foram classificados como pouco urgentes e 5,95% como não urgentes.
Em contrapartida, as situações consideradas urgentes corresponderam a 33,23%, enquanto 3,54% foram classificadas como muito urgentes.
Já os casos de emergência, que exigem resposta imediata, representaram 0,65% do total. Esses dados mostram que, embora a maior parte da procura não seja de risco iminente, a unidade também precisa estar permanentemente preparada para responder a ocorrências críticas.
PRONTO ATENDIMENTO
De acordo com o diretor técnico-médico do Hospital Regional de Campo Maior, Erik Gomes de Castro, o hospital cumpre esse papel de maneira efetiva. “O levantamento mostra que nosso hospital está preparado para atender tantas situações de risco imediato quanto casos de menor gravidade. Isso fortalece toda a rede e melhora a assistência para todos”, afirma.
ESTRATÉGICO
Nesse sentido, a instituição se consolida como um pilar estratégico dentro da rede estadual de saúde do Piauí. Com capacidade para atender pacientes em diferentes níveis de complexidade, o hospital desempenha papel central não apenas no atendimento de urgência e emergência, mas também no fortalecimento das políticas públicas de saúde que buscam integrar ações de prevenção, diagnóstico e cuidado contínuo.

“Nosso desafio é equilibrar a crescente demanda com a qualidade do atendimento. Para isso, contamos com equipes capacitadas e uma estrutura preparada para responder às necessidades da população. Ao mesmo tempo, trabalhamos em parceria com a rede de atenção básica e outros níveis de cuidado para garantir que cada paciente seja atendido da forma mais adequada”, destaca Dr. Erik.
Diante desse cenário, o volume de atendimentos hospitalares evidencia a importância de um esforço conjunto entre governo, profissionais de saúde e comunidade para que os serviços sejam utilizados de maneira mais eficiente, como salienta a presidente do Grupo Chavantes e advogada especializada no terceiro setor, Letícia Bellotto Turim.
“Assim, o Hospital Regional de Campo Maior, sob a gestão do Grupo Chavantes, reafirma seu compromisso de oferecer um atendimento humanizado, seguro e de qualidade, consolidando-se como referência e contribuindo para a organização e o fortalecimento da saúde pública em toda a região”.

Sobre o Grupo Chavantes
A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 40 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.
Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes
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