
O Ministério da Saúde reconheceu o Projeto Vivendo Melhor, idealizado pela presidente da Câmara de Sigefredo Pacheco, Lusilene Rocha, como uma das Boas Práticas e Experiências Exitosas na área da saúde do Brasil.

O projeto é desenvolvido dentro do Programa Academia da Saúde e tem o apoio institucional da Prefeitura de Sigefredo Pacheco e tem a coautoria da psicóloga Isabel Leite.

A iniciativa de saúde alternativa foi um dos dois únicos projetos escolhidos em todo o Brasil pelo Ministério da Saúde para apresentação no Webinário Nacional, realizado na terça-feira passada, dia 30, em Brasília.

Reconhecimento
A iniciativa foi destaque em âmbito nacional pela simplicidade, o baixo custo e a eficácia das ações. O projeto foi selecionado pelo Ministério da Saúde como referência de experiência exitosa, sendo uma política pública do Sistema Único de Saúde (SUS) e servirá de inspiração para outros municípios.

Para a vereadora Lusilene Rocha, autora da iniciativa, o reconhecimento representa a valorização de anos de dedicação. “Esse resultado mostra que, mesmo em municípios pequenos, é possível desenvolver ações de grande impacto na saúde pública, quando há união entre ciência, cultura e comunidade”, destacou.

Apresentação
O Webinário de Boas Práticas foi transmitido ao vivo pelo canal do DataSUS no YouTube, levando a experiência de Sigefredo Pacheco para todo o país. A expectativa é que o projeto sirva para que outros municípios consigam construir outras soluções criativas e sustentáveis no combate às doenças crônicas não transmissíveis.

Transformação
Criado em 2013 em Sigefredo Pacheco, o projeto nasceu como alternativa para mudar uma triste e preocupante realidade no município. Em Sigefredo existia um alto índice de hipertensão, diabetes, obesidade e sedentarismo entre a população local, especialmente entre idosos.

Segundo a vereadora Lusilene, o Vivendo Melhor alia práticas corporais adaptadas, aferição regular da pressão arterial, acompanhamento em caderneta de saúde, rodas de conversa, palestras educativas e atividades culturais, como o forró, que atua como ferramenta de integração social e promoção do envelhecimento ativo.

O projeto também valoriza saberes populares, incentivando o uso seguro de chás medicinais.
Resultados alcançados
Ao longo de mais de 10 anos de funcionamento, o projeto alcançou resultados expressivos:
• Aumento da adesão de hipertensos e diabéticos às práticas de saúde;
• Redução de queixas relacionadas à pressão arterial e glicemia;
• Fortalecimento da autoestima e autonomia dos participantes;
• Integração social e comunitária de idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.

















