
As estudantes Eyshila Isabeli Santos e Evelly Natércia Soares, dos Centros Estaduais de Tempo Integral Patronato Nossa Senhora de Lourdes, em Campo Maior, e Cônego Cardoso, em Castelo do Piauí, conquistaram medalha de ouro e ficaram entre as dez maiores notas da Olimpíada Brasileira de Ciências 2025. A premiação foi entregue no dia 3.12 em Brasília.
Para o Governo do Estado, a conquista reflete o impacto da política educacional adotada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e coroa um percurso marcado pelo incentivo constante à participação dos estudantes em olimpíadas do conhecimento.

Evelly viveu a mesma emoção e conta que o reconhecimento tem sabor especial. “Sempre foi meu objetivo conquistar uma medalha em alguma olimpíada do conhecimento. O dia de hoje ficará marcado para sempre na minha memória”, agradece Evelly Natércia.
Dados da Seduc revelam que o desempenho as estudantes não é um caso isolado, mas reflexo direto da universalização do ensino em tempo integral e do crescimento da cultura científica dentro das escolas da rede estadual.
Só este ano, 555 alunos e alunas da rede pública de ensino conquistaram medalhas e menções honrosas na Olimpíada Nacional de Ciências, o melhor resultado já registrado pelo Piauí desde a criação do torneio.
Os números confirmam o salto provocado pelo Programa Seduc Olímpica, que ampliou a preparação dos jovens e o acesso às competições acadêmicas em todo o estado.

Com 1.763 premiados, considerando todas as redes de ensino, o Piauí ocupa hoje a quinta posição no ranking nacional da Olimpíada, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e, no estado, organizada pela Universidade Federal do Piauí. Integrada ao programa Mais Ciência na Escola, a competição estimula o interesse pela pesquisa e identifica jovens talentos em ciências.
Na sétima edição, a Olimpíada Brasileira de Ciências reuniu mais de 4,2 milhões de estudantes, distribuídos em cinco níveis conforme a série escolar.
A Seduc destaca que, nesse contexto, as duas jovens piauienses que subiram ao palco em Brasília sintetizam a mudança em curso na rede estadual, com mais oportunidades, mais preparo e mais espaço para que cada estudante descubra o próprio potencial.















