
Mais um campo-maiorense entra no seleto grupo de escritores que publicam grandes obras literárias. Trata-se do professor e escritor Danilo Alves, que na terça-feira, dia 24.03, fez o lançamento do livro “A Mãe do Vendedor de Batatas”, na ACALE, em Campo Maior.

Com a obra do professor campo-maiorense, a literatura piauiense ganha mais uma nova obra de impacto. O livro foi publicado pela Editora Nova Aliança. O evento reuniu leitores, convidados e apreciadores da literatura regional.

“Mais do que uma narrativa, a obra nasce de momentos profundos da experiência humana — aqueles instantes em que a vida nos confronta com a própria natureza das pessoas e nos conduz à reflexão. É nesse ponto que surge a necessidade de recomeçar, de revisitar a ancestralidade e de reencontrar as raízes que sustentam quem somos”, diz o escritor.

Ao longo do livro, Danilo conduz o leitor por histórias e memórias que atravessam gerações. Os personagens carregam, em seu DNA simbólico, a bravura dos heróis da Batalha do Jenipapo e a resiliência dos vaqueiros de Campo Maior, compondo uma narrativa marcada pela força das origens e pela beleza das histórias transmitidas ao longo do tempo.

“A Mãe do Vendedor de Batatas” apresenta-se como um convite à reflexão sobre identidade, pertencimento e memória — temas que dialogam diretamente com leitores que reconhecem, na própria história, a herança de quem veio antes.

Os interessados já podem garantir o exemplar na Livraria Entrelivros, em Teresina, e no Café Santo Expedido, em Campo Maior.

“Espero que o leitor termine o livro com um olhar mais sensível para as histórias que existem por trás das pessoas comuns. A Mãe do Vendedor de Batatas é, acima de tudo, um convite para reconhecer a grandeza que existe nas vidas simples, nos sacrifícios silenciosos e nos afetos que muitas vezes passam despercebidos”, destaca Danilo.

Outro apelo forte da obra é a crença profunda na educação como uma força capaz de transformar vidas e alterar destinos. A educação aparece no livro não apenas como um caminho de ascensão, mas como uma possibilidade real de romper ciclos, ampliar horizontes e devolver dignidade a quem muitas vezes teve poucas oportunidades.

















