
A proximidade das convenções partidárias traz de volta o lado ruim da política, sobretudo na região de Campo Maior. Nos últimos dias vimos o leilão de lideranças sendo novamente utilizado por alguns nomes da disputa eleitoral de 2026.

Quem acompanha as redes sociais de alguns políticos de Campo Maior e região viu personalidades, em um dia de um lado e no outro instante já com outro grupo político. Isso vale a pena?
Será que a política não é feita de Palavra? Até onde sabemos na vida é o que sai da boca de uma pessoa é o que firma compromissos, conquista confiança e aproxima lideranças da população.

No entanto, infelizmente, a pré-campanha eleitoral em Campo Maior tem sido motivo de críticas e debates entre eleitores, principalmente, nas redes sociais.
Há casos em que lideranças manifestam apoio a um grupo político pela manhã e, poucas horas depois, aparecem ao lado de outro pré-candidato. O vai e vem de lideranças chama atenção e está sendo bastante criticado.

Casos recentes ilustram esse cenário. O presidente da Associação de moradores do Bairro Cariri mudou seu posicionamento político após anunciar apoio anteriormente a Rodrigão da Karyne, pré-candidato a Deputado Estadual, mas logo em seguida o prefeito João Félix o chamou para uma conversa e o convenceu a mudar de lado.
Situação semelhante ocorreu com Erivelto da Van, liderança da comunidade Água Fria, que havia participado de um anúncio de parceria com o pré-candidato Rodrigão e, posteriormente, passou a apoiar a pré-candidatura de Dogim Félix, filho do prefeito de Campo Maior.

Para muitos eleitores, esse comportamento alimenta a percepção de um verdadeiro “toma-lá-dá-cá”, enfraquecendo a credibilidade dos compromissos assumidos.
Com a colaboração do repórter Marcelo Barros













