
O surgimento de três casos de catapora em um mesmo pavilhão da Penitenciária Regional de Campo Maior fez a direção do presídio isolar esse setor para evitar que a doença se espalhe pelo local. Por conta disso a Justiça também adiou a sessão do Tribunal do Júri, onde um dos presos passaria por julgamento.
NÃO É SURTO
As informações foram confirmadas pelo diretor da Penitenciária Regional de Campo Maior, Hermogem Paz. Ele revelou que surgiram os três casos de catapora e que, por recomendação médica, teve que isolar o pavilhão onde estão detidos os presos com a doença.
“Não se trata de um surto, mas estamos prevenindo. Vale ressaltar que os presos foram vacinados e a maioria já teve catapora, então a situação está sob controle”, destaca.
MEDIDAS PREVENTIVAS
Hermogem revela que adotou outras medidas preventivas, inclusive solicitando que a sessão do júri, que seria realizado na quarta-feira passada, dia 27.08, fosse adiada. A Justiça de Campo Maior acatou o pedido da direção do presídio e adiou a sessão.
Nessa sessão passaria por julgamento o réu conhecido como Nonatinho, que é suspeito de ter assassinado a facadas, o amigo Luiz Eduardo de Santana Filho, em julho de 2023.















