
As investigações do assassinato do motorista Francisco Werick Alves da Silva, de 20 anos, ganha um novo desdobramento. É a Polícia Civil recolheu material genético da mãe de Werick, Cecilia Alves, para comparar com o encontrado nas armas que foram atribuídas como sendo as da vítima no local do crime.
VESTÍGIOS EM ARMAS
As armas, (um facão e um revólver caseiro), são apontadas pelo policial militar Hesron Gonçalves de Sousa e Silva, acusado de ser autor do homicídio, como sendo de Werick e teriam sido usadas para atacar o militar.
VERSÃO CONTESTADA
Essa versão é contestada pela família de Werick, que afirma que o crime foi uma execução covarde e que as armas teriam sido plantadas. O delegado Carlos Junior, que conduz as investigações, resolveu então colher material genético da mãe de Werick e comparar com os vestígios encontrados na arma.
DEPOIMENTO

O policial militar Hesron Gonçalves afirmou em depoimento que agiu em legitima defesa no dia da morte de Werick. O militar afirmou só atirou após ter ouvido barulho de disparo que teria partido de onde Werick estava.
A VERSÃO DO POLICIAL
O militar também disse que ter visto o motorista com um facão na mão e partindo para cima dele. Hesron diz ter atirado pelo menos duas vezes em Werick, provocando a sua morte no local.















