
A Escola Judiciária do Piauí (EJUD) encerrou, nesta sexta-feira (28), em Campo Maior, as atividades do Curso de Capacitação em Mediação e Conciliação Judicial do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI). A solenidade foi realizada no auditório do Instituto Federal do Piauí (IFPI) e marcou o encerramento de uma semana de formação voltada ao aperfeiçoamento de profissionais que atuarão na promoção de soluções consensuais de conflitos.
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A capacitação integra as ações do Projeto EJUD Itinerante, iniciativa que amplia o acesso à formação judicial para além da capital e fortalece a qualificação de profissionais nas diferentes regiões do Estado. Ao longo da semana, os participantes tiveram contato com conteúdos teóricos e práticos relacionados às técnicas de mediação e conciliação, sob orientação do desembargador João Gabriel Furtado Baptista, do juiz de Direito Marcos Klinger Madeira de Vasconcelos e da servidora Luísa Cruz de Melo.
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A formação contou com o apoio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC), responsável por ações de incentivo e fortalecimento da política de métodos consensuais no âmbito do TJPI. A iniciativa também contou com a participação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) de Campo Maior.
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Durante a solenidade, o coordenador do NUPEMEC, juiz Edson Alves da Silva, destacou a importância da formação e do fortalecimento das práticas consensuais para a atuação do Judiciário, ressaltando a relevância da capacitação de novos profissionais para ampliar a cultura da pacificação social.
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Representando os participantes, o aluno Danilo de Sousa Paz destacou a importância da dimensão humana no processo de formação de mediadores. Segundo ele, além do aprendizado das técnicas, a experiência proporcionou aos alunos contato com profissionais que demonstraram, na prática, os princípios de humanidade, sensibilidade e escuta trabalhados durante o curso.
“É muito falado a questão da humanidade, da sensibilidade em que nós, mediadores em formação, teremos que ter futuramente na nossa profissão”, afirmou. Danilo também ressaltou a forma como os instrutores conduziram as atividades, dando espaço para que os alunos compartilhassem suas experiências e histórias e demonstrando, na prática, a importância da escuta na mediação.
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Para o diretor-geral da EJUD, desembargador Manoel de Sousa Dourado, a capacitação em Mediação e Conciliação ocupa um papel de destaque entre as ações da Escola, justamente por ampliar o alcance da formação para a comunidade.
“O curso que mais a gente estende o braço para a comunidade, porque a gente sai da escola, vem na comunidade, coopta mentes fabulosas, pessoas extraordinárias”, afirmou o desembargador. Ele destacou ainda que a formação permite reunir profissionais de diferentes áreas e prepará-los para contribuir com a sociedade por meio da mediação.

Segundo Manoel de Sousa Dourado, a oportunidade de participar da capacitação representa também uma possibilidade de transformação pessoal e profissional. “Vocês tiveram a coragem e, para isso, é preciso oportunidade. A oportunidade chegou e vocês pegaram, aproveitaram. Vão ganhar os dividendos, a sociedade vai ganhar”, declarou.
O desembargador também reforçou o propósito da EJUD de disseminar o conhecimento e ampliar o impacto das formações realizadas pela instituição. “É essa a intenção da Escola, é essa a intenção do Tribunal de Justiça”, afirmou.
TJ-PI
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